15 de junho de 2010

Na expectativa e com algum receio

Em comunicado a Galp acaba de informar que vendeu mais de 500 000 vuvuzelas e o seu número deverá aumentar até ao fim do campeonato. "Ganha forma o objectivo da Galp Energia em lançar um ritual associado aos jogos de Portugal com o mote "um minuto de energia positiva", onde os portugueses se juntarão em uníssono num toque de vuvuzela antes de todos os jogos". Serão só 499.999 porque a da Leonor continua perdida. 

14 de junho de 2010

Das vuvuzelas

Ou lá como se chamam as cronetas sul africanas. Não sei o que me irrita mais se o som que oiço lá no bairro seja de noite ou de dia (se em "treinos" é o que é nem quero ver como vai ser em dia de jogo), se o facto de não conseguir soprar naquilo (sim, também comprei uma) ao passo que a minha filha parece que nasceu com uma colada nos lábios! Apanhou-lhe logo o jeito. 
Mas ó que pena a minha, perdemos a vuvuzela da Leonor logo ao segundo dia... 

9 de junho de 2010

Irritação solene!

Amo a minha filha de paixão. Faz parte de mim. Ponto. Mas se há uma coisa que me consegue tirar do sério num micro-segundo é a relação dela com a comida. Sempre que é alguma coisa nova das duas uma: olha, cheira, põe um bocadinho na boca, cospe e diz "nhan!", ou então, olha, aproxima-se, afasta-se muito rapidamente e diz "Não". Faz isto com tudo, sejam bróculos ou gelado. Doce ou salgado. Cada refeição com alimentos diferentes dá nisto. Simultaneamente, é capaz de comer comida de peixe, de cão ou de gato. Desde que eles comam, ela prova. Pior. Perante o meu olhar horrorizado ainda é capaz de dizer "Nôno, gosta!" Ou a miúda gosta de me contrariar ou preciso mesmo de comprar a Bimby. 

Ora vamos lá...

Ando com uma preguiça por estes dias... apetece-me estar em todo o lado menos onde estou (seja em casa ou seja trabalho) mas quando vou já só me apetece regressar! 
O tempo deve andar como eu, com uma crise de esquizofrenia. No Sábado temos um casamento. Vestidinhos e sandalinhas compradas e eis que se anuncia, e se sente, uma descida vertiginosa da temperatura. Ainda vou a tempo de comprar uma galochas à Leonor... a ver vamos. 
Ontem o pai lá de casa fez anos, 41. Já estou a ver a crise de meia-idade a aproximar-se. Há uma semana começou a levantar-se mais cedo para fazer ginástica, como perdeu dois quilos (e ando eu num nutricionista para perder 500 gr, sortudo) voltou à velha rotina. Aproveitámos a efeméride (o aniversário, não a perda de peso) e fomos jantar fora os três (o mano ainda tem escola). Este não é um programa muito do agrado da Leonor, que não consegue ficar quieta mais de três minutos seguidos. Mal nos sentámos começa ela a gritar "Olha uma barata mãe! É uma barata! É mesmo!" Mandei-a calar e estar quieta que não estava ali nada (e não estava mesmo). Depois de muitos "está quieta" e "não se come com as mãos", lá vieram os cafés e uns bombons para a menina. Como eram muitos (meia-dúzia, vá) o pai tirou-lhe alguns. Caiu o Carmo e a Trindade: "Pai, não rouba!", "Senhoie, o pai roubou!". E lá saímos do restaurante com a pai a resmungar que da próxima vez ou vem ela ou vem ele (uma atitude muito adulta e responsável, como se percebe). 


4 de junho de 2010

Lisboa pára

Em dias de feriados, nos dias antes e nos dias depois. A próxima semana advinha-se, por isso, calma e de hoje já não vale a pena falar. Não me vou lamentar por estar a trabalhar, antes pelo contrário. Gosto disto assim. 

PRAIA!

A Leonor foi à praia pela primeira vez com tudo o que tinha direito e nada de só ver o mar ao longe! E, claro, delirou!! Adorou a água, a areia, as ondas, o brincar com o baldinho, com as pás e com as conchinhas! Pena termos ficado pouquinho tempo mas como o sol estava a ficar forte e tratando-se da estreia da época balnear não quis abusar. Depois ainda fizemos um ligeiro piquenique no parque, à sombra das palmeiras. Adormeceu no carro e nem reparou que paramos em casa da avó e do avô para um beijinho (paciência mãe, este fim de semana lá estaremos). 
À noite ainda fomos um aniversário e ela fartou-se de brincas com um caozinho que por lá andava. 
Este feriado soube tão bem! Precisamos de mais dias assim.  

1 de junho de 2010

Ainda do pó-pó novo

No dia em que o "pó-pó da mamã" chegou a Leonor foi fazer a vistoria:
 "Então e a minha cadeira?" Ah pois! 
A seguir fomos comprar os acessórios (coisas para tapar do sol, cheirinhos e todas as mariquices que uma condutora tem direito). Deixei-a escolher tudo e o resultado salta à vista: o"pó-pó da mamã" passou rapidamente a "carro do kitty". Lindo! Isto tem um lado positivo: não há como não me verem!! 

Vida minha!

Oizinho...

 Uma pessoa tá mais de um ano sem pôr aqui os olhos e quando dá aquela vontade de voltar, o google faz-nos rever perfil e outras coisas que ...