Os 8 anos da minha filha foram vividos com o coração! Um entusiasmo alimentado pelas emoções e pelas expectativas dela. Para ela fazer 8 anos é um marco muito importante, vá se lá saber porquê. Como mãe para mim todos os anos são motivo de celebração e festa e este não foi exceção. E assim começou a semana. Em bem. Mas a vida tem destas coisas e a meio da semana recebi a notícia que a minha empresa vai fechar. É daquelas notícias que, apesar de não ser propriamente uma surpresa por completo, nos apanha sempre desprevenidos. Desde que terminei a faculdade até agora, e já passaram 19 anos, nunca fiquei um dia "desempregada", por isso acho que ainda não interiorizei bem as coisas. E num minuto posso até estar aliviada por uma parte do pesadelo ter terminado, como logo a seguir estou aos prantos porque isto significa que uma parte da minha "história" profissional termina e, em abono da verdade, eu gosto muito do que faço e por isso nos últimos meses me sujeitei a condições de trabalho menos boas. É um misto. Mas vou fazer fé na minha capacidade de recuperação, na minha capacidade de gerir crises e tentar manter a cabeça "fria". Depois há sempre um outro lado e se calhar estava na hora de encerrar este "capítulo" e tudo o que fiz nos últimos meses foi adiar.
Os norte-americanos têm uma expressão para aquilo que serei nos meses mais imediatos: "stay at home mom", prefiro-a a "desempregada" ou "dona-de-casa", estas últimas aterrorizam-me.
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